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Defesa Civil
Atualizado em: 08/07/2026 às 15h51
Plano Municipal de Redução de Riscos - PMRR
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São Luís mais preparada e segura

Plano Municipal de Redução de Riscos de São Luís

O PMRR é um instrumento técnico de planejamento urbano e prevenção de desastres, voltado à identificação, mapeamento e classificação das áreas de risco do município.

O que é o PMRR?

O Plano Municipal de Redução de Riscos de São Luís tem como objetivo orientar ações preventivas, obras prioritárias, soluções estruturais e políticas públicas voltadas à proteção da população que vive em áreas de maior vulnerabilidade.

O plano irá considerar situações como alagamentos, inundações, deslizamentos e outros impactos relacionados às mudanças climáticas e à ocupação urbana vulnerável.
1 Identificar Mapear áreas de risco e reconhecer os principais problemas nos territórios.
2 Classificar Organizar as informações técnicas para definir prioridades de intervenção.
3 Prevenir Apoiar políticas públicas, obras e ações para reduzir riscos à população.

Parceria institucional

São Luís formalizou sua participação no processo por meio do Acordo de Adesão nº 41/2025, celebrado entre a Prefeitura de São Luís e a Secretaria Nacional de Periferias do Ministério das Cidades.

A elaboração do PMRR será realizada pela União, por meio de cooperação técnica com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos — UNOPS.

  • O Ministério das Cidades viabiliza a elaboração do Plano e entrega os produtos técnicos.
  • A Prefeitura acompanha os trabalhos e disponibiliza dados e informações municipais.
  • O Município apoia reuniões, oficinas, audiências públicas e diálogos comunitários.
  • O Plano deverá ser utilizado como referência nas políticas públicas municipais.

Governança municipal

A Prefeitura estruturou um Comitê Gestor Intersetorial para acompanhar o processo de elaboração do PMRR, reunindo órgãos ligados ao planejamento urbano, obras, meio ambiente, assistência social, defesa civil, orçamento e leitura territorial da cidade.

Coordenação e articulação SEMISPE, SEPLAN e SEMUSC/Defesa Civil atuam no alinhamento institucional e técnico.
Planejamento urbano e obras SEMURH e SEMOSP contribuem com informações sobre uso do solo e futuras intervenções.
Olhar social e ambiental SEMMAM, SEMCAS e INCID apoiam com dados ambientais, sociais e territoriais.

Oficinas Comunitárias de Diagnóstico Participativo

As oficinas comunitárias fazem parte da etapa de escuta ativa da população e validação territorial das informações técnicas preliminares. Moradores, lideranças comunitárias e representantes locais poderão apontar problemas, relatar situações de risco e contribuir com informações sobre a realidade de cada território.

06 a 10 de julho

Planejamento e preparação

  • Revisão do material didático.
  • Produção das peças de comunicação.
  • Impressão de banners, mapas e formulários.
  • Organização dos materiais e logística das oficinas.
13 a 15 de julho

Mobilização digital

  • Divulgação nas mídias sociais da Prefeitura e parceiros.
  • Publicação de cards, vídeos e chamadas.
  • Convites para participação da comunidade.
15 a 17 de julho

Mobilização territorial

  • Mobilização porta a porta.
  • Visitas às lideranças comunitárias.
  • Distribuição de convites e afixação de cartazes.
  • Utilização de carro de som, quando necessário.
  • Articulação com instituições locais.
20 a 24 de julho

Execução das oficinas comunitárias

  • Realização das Oficinas Comunitárias de Diagnóstico Participativo.
  • Registro das atividades.
  • Sistematização preliminar dos resultados.
  • Avaliação das oficinas.

Territórios contemplados nesta etapa

Centro Escuta territorial e validação das informações preliminares.
Itaqui-Bacanga Diálogo com moradores, lideranças e representantes locais.
João Paulo/Coroadinho Apontamento de áreas críticas e situações de risco.
Anil Contribuições comunitárias para o diagnóstico territorial.
Zona Rural Registro das demandas e vulnerabilidades do território.

Construção participativa

A Prefeitura de São Luís reforça a importância da participação da população na construção de uma cidade mais segura, resiliente e preparada para enfrentar os riscos socioambientais.

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