São Luís mais preparada e segura
Plano Municipal de Redução de Riscos de São Luís
O PMRR é um instrumento técnico de planejamento urbano e prevenção de desastres,
voltado à identificação, mapeamento e classificação das áreas de risco do município.
O que é o PMRR?
O Plano Municipal de Redução de Riscos de São Luís tem como objetivo orientar ações
preventivas, obras prioritárias, soluções estruturais e políticas públicas voltadas à proteção
da população que vive em áreas de maior vulnerabilidade.
O plano irá considerar situações como alagamentos, inundações, deslizamentos e outros
impactos relacionados às mudanças climáticas e à ocupação urbana vulnerável.
1
Identificar
Mapear áreas de risco e reconhecer os principais problemas nos territórios.
2
Classificar
Organizar as informações técnicas para definir prioridades de intervenção.
3
Prevenir
Apoiar políticas públicas, obras e ações para reduzir riscos à população.
Parceria institucional
São Luís formalizou sua participação no processo por meio do Acordo de Adesão nº 41/2025,
celebrado entre a Prefeitura de São Luís e a Secretaria Nacional de Periferias do Ministério
das Cidades.
A elaboração do PMRR será realizada pela União, por meio de cooperação técnica com o
Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos — UNOPS.
- O Ministério das Cidades viabiliza a elaboração do Plano e entrega os produtos técnicos.
- A Prefeitura acompanha os trabalhos e disponibiliza dados e informações municipais.
- O Município apoia reuniões, oficinas, audiências públicas e diálogos comunitários.
- O Plano deverá ser utilizado como referência nas políticas públicas municipais.
Governança municipal
A Prefeitura estruturou um Comitê Gestor Intersetorial para acompanhar o processo de
elaboração do PMRR, reunindo órgãos ligados ao planejamento urbano, obras, meio ambiente,
assistência social, defesa civil, orçamento e leitura territorial da cidade.
Coordenação e articulação
SEMISPE, SEPLAN e SEMUSC/Defesa Civil atuam no alinhamento institucional e técnico.
Planejamento urbano e obras
SEMURH e SEMOSP contribuem com informações sobre uso do solo e futuras intervenções.
Olhar social e ambiental
SEMMAM, SEMCAS e INCID apoiam com dados ambientais, sociais e territoriais.
Oficinas Comunitárias de Diagnóstico Participativo
As oficinas comunitárias fazem parte da etapa de escuta ativa da população e validação
territorial das informações técnicas preliminares. Moradores, lideranças comunitárias e
representantes locais poderão apontar problemas, relatar situações de risco e contribuir com
informações sobre a realidade de cada território.
06 a 10 de julho
Planejamento e preparação
- Revisão do material didático.
- Produção das peças de comunicação.
- Impressão de banners, mapas e formulários.
- Organização dos materiais e logística das oficinas.
13 a 15 de julho
Mobilização digital
- Divulgação nas mídias sociais da Prefeitura e parceiros.
- Publicação de cards, vídeos e chamadas.
- Convites para participação da comunidade.
15 a 17 de julho
Mobilização territorial
- Mobilização porta a porta.
- Visitas às lideranças comunitárias.
- Distribuição de convites e afixação de cartazes.
- Utilização de carro de som, quando necessário.
- Articulação com instituições locais.
20 a 24 de julho
Execução das oficinas comunitárias
- Realização das Oficinas Comunitárias de Diagnóstico Participativo.
- Registro das atividades.
- Sistematização preliminar dos resultados.
- Avaliação das oficinas.
Territórios contemplados nesta etapa
Centro
Escuta territorial e validação das informações preliminares.
Itaqui-Bacanga
Diálogo com moradores, lideranças e representantes locais.
João Paulo/Coroadinho
Apontamento de áreas críticas e situações de risco.
Anil
Contribuições comunitárias para o diagnóstico territorial.
Zona Rural
Registro das demandas e vulnerabilidades do território.
Construção participativa
A Prefeitura de São Luís reforça a importância da participação da população na construção
de uma cidade mais segura, resiliente e preparada para enfrentar os riscos socioambientais.
Acompanhe as atualizações